domingo, 27 de abril de 2008

"Stuck": um novo ensaio de social horror por Stuart Gordon

Brandi é uma enfermeira que trabalha num lar e que está prestes a receber uma promoção. Tom é uma vítima das nossas sociedades capitalistas, recentemente despedido e vivendo na rua. Quando Brandi, após uma noitada cheia de álcool e de drogas, atropela Tom, o pesadelo está prestes a começar. Decidida a não deixar que os acontecimentos prejudiquem o seu radiante futuro, em vez de prestar socorro à sua vítima, Brandi segue caminho até casa e põe o carro na garagem, à espera que Tom morra para depois se livrar do corpo, sendo que o mesmo ficou preso no seu pára-brisas. Do seu lado, se quer sobreviver, Tom tem de tomar as rédeas da sua vida e escapar a qualquer custo.
Eis a premissa alucinada e poderosa (pelos vistos inspirada de uma história real!) do último filme do mítico Stuart Gordon, realizador de culto de filmes como "Re-Animator", "From Beyond", "Dolls", "King of the Ants" ou ainda o recente e excelente "Edmond". Datado de 2007, este filme chegará de certeza directamente para DVD em Portugal. Esperemos só que venha rápido porque aqui está, sem dúvida, um dos nossos filmes mais aguardados do ano, nada menos! Vejam o trailer clicando no formidável poster do filme.

sábado, 26 de abril de 2008

sexta-feira, 25 de abril de 2008

"The Sky Crawlers": sky is the limit!

Querem descobrir imagens de "The Sky Crawlers", a nova obra-prima do incontornável Mamoru Oshii, realizador do díptico "Ghost in the Shell" e de "Avalon"? Então é por aqui... e o resultado promete ser fabulosíssimo!

"The Chaser": um "Memories of Murder" meets "Seven" vindo da Coreia do Sul

Um dos sucessos de bilheteira do cinema sul-coreano de 2008, "The Chaser", primeiro filme de Na Hong-Jin, é mais uma proposta aliciante oriunda do país da manhã calma.
Baseado em factos verídicos, o filme segue a história de Jun-Ho, um antigo polícia despedido por corrupção, reconvertido agora em patrão de um negócio de prostitutas. Mas quando as suas "empregadas" começam a desaparecer umas a seguir às outras, deixando dívidas por pagar, Jun-Ho está bem decidido a ir atrás delas para recuperar o seu dinheiro. Ao investigar, Jun-Ho vai então descobrir que, antes de desaparecerem, todas as raparigas estiveram com o mesmo cliente. Continuando a sua investigação, Jun-Ho consegue apanhar esse misterioso cliente, o qual é finalmente capturado pela polícia. Confessando ter morto todas as raparigas desaparecidas, o homem deixa entender que uma das vítimas poderá ainda estar viva. O jogo do gato e do rato está então lançado…
Com um pitch muito interessante que poderá dar azo a todos os caminhos, “The Chaser” demonstra ainda, através de um formidável trailer, um cuidado estético impressionante e um ambiente negro que deixa antever um filme pesado e ambíguo como gostamos. Visualmente próximo do “Seven” de David Fincher e relembrando pelas suas temáticas e inspiração numa história real o “Memories of Murder” de Bong Joon-Ho, “The Chaser” de Na Hong-Jin tem tudo para ser mais uma pérola do cinema da Coreia do Sul. Estejam portanto atentos a este filme que irá marcar presença no próximo Festival de Cannes.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

"Missing": o génio Tsui Hark está de volta

Pouco conhecido do grande público e de uma grande parte dos cinéfilos ocidentais, o realizador de Hong-Kong Tsui hark é sem dúvida um dos melhores e mais importantes cineastas da história do cinema, nada menos.
Verdadeiro revolucionário da 7ª Arte, organizador genial do caos em película e experimentalista sem limites, Tsui Hark passou a sua turbulenta carreira a reimaginar todos os géneros na base do cinema popular chinês. De "Don't Play With Fire" a "Zu: Warriors from the Magic Mountain", da Saga "Once Upon a Time in China" a "The Lovers", passando por "The Blade" (wu xia definitivo!), "Time and Tide e o recente "Seven Swords", Tsui Hark tornou-se um realizador mítico e único na sua abordagem extremista do objecto "filme" com as suas habituais características, ou seja, uma narrativa desconcertante, uma desconstrução radical do espaço e uma inovação visual por segundo.
Artista indispensável para qualquer cinéfilo que se preze, é com grande prazer que destacamos agora o novo filme de Tsui Hark, cineasta demasiado raro utlimamente. Intitulado "Missing", pouco sabemos ainda sobre o filme, apenas que deverá tratar-se de uma mistura de história de amor romântica com thriller submarino, tendo por cenário as ruínas da Ilha Yonaguni no Japão.
O presente trailer não tem, infelizmente, grande qualidade e ainda revela pouco do filme que nos espera. Todavia, conhecendo o génio louco de Tsui Hark, deveremos ser brindados por uma história dispersa e confusa, transcendida por uma mise en scène radical e virtuosa de ficar de boca aberta, provando assim que o cineasta continua em plena forma, como demonstraram os seus útlimos filmes, o visceral e icónico "Seven Swords" e o surpreendente "Triangle" em parceria com os não menos excelentes Ringo Lam e Johnnie To. Agora resta o mais difícil, esperar!

Festival de Cannes 2008

É de 14 a 25 de Maio que irá decorrer a 61ª edição do Festival de Cannes. Hoje, em conferência de impressa, foram divulgados os júris das várias secções como também o integral da programação.
Dos júris, destaca-se o Presidente das Longas-Metragens, o actor Sean Penn, e o Presidente das Curtas-Metragens, o realizador de Taiwan, Hou Hsiao-Hsien.
Dos filmes em competição, os mais aguardados são certamente "Changeling" de Clint Eastwood e "Synecdoche, New York", primeiro filme do brilhante argumentista Charlie Kaufman, referindo-se ainda "Adoration" de Atom Egoyan, "Che" de Steven Soderbergh e "The Palermo Shooting" de Wim Wenders.
Da secção "Un Certain Regard", o destaque vai para "Tokyo!" do trio Bong Joon-Ho, Leos Carax e Michel Gondry, e sobretudo para o novo Kiyoshi Kurosawa, um dos nossos cineastas nipónicos preferidos, "Tokyo Sonata".
Por fim, fora da competição, os nossos dois filmes mais esperados são sem dúvida "Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull" de Steven Spielberg e "The Good, The Bad and The Weird" do excelente Kim Jee-Won, sendo este último se calhar o nosso filme mais ansiado do Festival. Destaque ainda para "Ashes of Time Redux" de Wong Kar-Wai, nova versão do seu soberbo e atípico wu xia pian, "Chelsea Hotel" de Abel Ferrara, "Maradona" de Emir Kusturica, documentário sobre o controverso jogador de futebol, "Surveillance" de Jennifer Lynch, filha de David "Eraserhead" Lynch, e "Vicky Cristina Barcelona" do incansável Woody Allen.
Podem portanto consultar o integral da programação dos filmes e da composição dos vários júris no site oficial do Festival, clicando no poster mais acima.

"Sauna": o cinema de género nórdico continua a crescer

À semelhança da ressurgência do cinema de género, e em particular o terror, que se tem verificado na Europa, o cinema nórdico tem apresentado sérias propostas de horror movies de todo o tipo, do slasher ao survival mais hardcore. De "Cold Prey" a "Rovdyr" passando por "Naboer" e o recente "Let the Right One In", são assim vários filmes que demonstram a vitalidade do cinema de género nórdico actual.
A essas obras, junta-se o novo filme do finlandês Antti-Jussi Annila intitulado "Sauna", filme de terror atmosférico que tira partido dos cenários gélidos e enevoados tão particulares e evocadores do seu país de origem. Realizador de um curioso "Jade Warrior" que desiludiu a generalidade dos espectadores do Fantasporto do ano passado, esperemos que Annila nos convença com o seu segundo ensaio. As primeiras imagens deste "Sauna" são de facto muito promissoras.

"Outlander": Ficção Científica + Vikings

Jim Caveziel, Ron Perlman e John Hurt num filme de Ficção Científica com Vikings realizado por um total desconhecido, que é isto?

domingo, 20 de abril de 2008

Estreias de Abril: os filmes a ver (2ª parte)

Depois de uma 1ª parte onde destacamos “[Rec]” de Jaume Balagueró e Paço Plaza assim como “Youth Without Youth” de Francis Ford Coppola (que entretanto já vimos e que, apesar de nos ter parcialmente convencido, não deixa de ser um belo regresso de um mestre há demasiado tempo afastado do grande ecrã), estamos de regresso para a 2ª parte dos filmes a ver neste prolífico mês de Abril (o mês de Maio ainda promete mais estreias, pelo menos em quantidade). Assim, são mais 3 incontornáveis para ir ver este mês numa sala de cinema digna desse nome:

- “We Own The Night” de James Gray:
Terceiro filme do talentoso e infelizmente pouco conhecido realizador americano James Gray, “We Own The Night” continua a explorar os temas de predilecção do cineasta, os mesmos que marcaram a diferença nos trágicos “Little Odessa” (1994) e “The Yards” (2000). Aliás esse poderá ser o único verdadeiro defeito a apontar ao seu novo filme, não se regista uma verdadeira evolução temática no cineasta e é inevitável uma impressão de déjà vu. Todavia, ninguém conta histórias como James Gray e sobretudo ninguém explora com tanta emoção e intensidade as relações humanas e familiares no seio do filme de género tradicional. Assim, relembrando à primeira vista os universos de Martin Scorsese ou de Francis Ford Coppola, o cineasta desmarca-se de qualquer influência, criando o seu próprio universo, ao introduzir a noção de tragédia, no sentido shakespaeriano da palavra, em histórias de crime aparentemente já vistas, fazendo da mesma o verdadeiro cimento que interliga todas as peças dos seus argumentos.
Em “We Own The Night”, reencontramos portanto tudo o que faz o preço dos filmes de James Gray, ou seja, as relações familiares tensas e ambíguas, os eternos dilemas entre ser quem queremos ser ou ser quem a nossa família quer que sejamos, as noções de dever, de lealdade, de redenção, de escolha, a ténue fronteira ente o bem e o mal, a traição, a perda e o sacrifício. São estes sentimentos que o cineasta leva ao auge da emoção pura através de um história tradicional de polícias e ladrões, apoiando-se na sua habitual realização sóbria e numa direcção de actores como poucos são capazes. De facto, Gray nunca foi um realizador virtuoso da câmara mas sim muito mais um esteta, no sentido de que o valor dos seus quadros prende-se sobretudo pelo trabalho da luz, pelo posicionamento das personagens e pela quantidade de informação contida no enquadramento. Nesse contexto, o cineasta transforma-se num enaltecedor do pormenor, onde a importância é dada antes de tudo aos gestos, aos olhares, às atitudes, numa sobriedade e aparente simplicidade em total contraste com a complexidade do que se passa no interior das suas personagens torturadas. Da mesma forma, um resultado tão emocionalmente forte não seria possível sem uma direcção de actores perfeita, sem dúvida uma das maiores qualidades de James Gray. Assim, o filme vale muito pelas interpretações, desde os seus actores fetiches Joaquin Phoenix (muito intenso) e Mark Wahlberg (impecável de contenção), passando por Robert Duvall (imperial) e por uma Eva Mendes surpreendentemente credível e inspirada, mais uma prova da magia operada pelo realizador.

Não se fiem portanto no trailer que tenta vender um filme de crime recheado de acção e tiroteios, “We Own The Night” é um filme de uma sensibilidade à flor da pele que nos leva pelos caminhos difíceis dos nossos demónios interiores, onde as nossas contradições e os nossos dilemas morais se confrontam de forma contida mas violenta com a nossa identidade intrínseca e os nossos laços familiares mais profundos. Até nas suas 3 cenas de acção, que demonstram que o realizador continua a crescer, uma brutal rusga num laboratório clandestino, uma perseguição de carros em plena chuva torrencial que William Friedkin não teria renegado e um showdown final altamente simbólico, James Gray continua a privilegiar as suas personagens e o que elas ressentem face aos acontecimentos, multiplicando o impacto emocional dos mesmos no espectador. Como terão percebido, “We Own The Night” é mais um grande filme de James Gray, um cineasta que merece sem dúvida ser muito mais conhecido e reconhecido. Estreia a 17 de Abril.

- “Diary of the Dead” de George A. Romero:
Este mês de Abril marca também o regresso do mítico George A. Romero às salas nacionais. Tínhamos deixado o mestre de Pittsburgh em plena forma após um “Land of the Dead” cheio de raiva e de mestria visual, digno 4º volume da indispensável saga dos mortos-vivos. Verdade seja dita que o seu novo filme, “Diary of the Dead”, 5º filme de zombies para o cineasta, começou por nos inquietar seriamente. De facto, Romero sucumbiu à moda actual do reality-cinema, recorrendo aos mesmos métodos de filmagens que “[Rec]” ou “Cloverfield”, e só podíamos estar dubitativos quanto ao resultado. Foi infelizmente de pé atrás que entramos na sala de cinema.
Daí que a surpresa saiba ainda melhor! Pois é, “Diary of the Dead” é simplesmente um filme de uma inteligência e de uma ferocidade que não estávamos à espera, apesar de sermos fãs incondicionais de George A. Romero. Mesmo se o filme é no final inferior aos 4 filmes anteriores do mestre, porque não consegue reiterar a mistura perfeita de filme de terror visceral e de panfleto político-social poderoso, “Diary of the Dead” revela-se uma verdadeira reflexão sobre o poder das imagens e a responsabilidade de quem filma, abordando de forma frontal os temas dos medias, da overdose de informação das nossas sociedades modernas e da utilização dessa informação pelos poderes políticos. Assim, se o método de filmagem continua a ser discutível, Romero tem a inteligência, ao contrário dos cineastas que têm recorrido a esse método, de justificar a sua escolha temática e intelectualmente, ao fazer do seu “Diary of the Dead” um falso filme de terror mas uma profunda reflexão sobre o cinema e o impacto das imagens sobre o espectador. Óptica muito arriscada, essa postura self-conscious dentro do filme de género dá geralmente sempre para o torto, mas Romero tem tanta segurança no seu discurso e domina de tal forma os códigos do género que nunca cai no cinismo ou no distanciamento, mesmo quando recorre a um humor referencial surpreendente.

Aliás, se há um filme com o qual se pode comparar “Diary of the Dead”, é na realidade o “Redacted” de Brian De Palma, também um panfleto hardcore, neste caso sobre a guerra do Iraque, mas que se questiona sobre as imagens e o poder das mesmas. Mas onde o ensaio de Romero acaba por ser superior ao do De Palma é porque o realizador de Pittsburgh nunca se esquece que a sua reflexão se insere num filme de género, brindando-nos com suficientes cenas de zombies e de gore in your face para nos lembrar que estamos efectivamente num filme de George A. Romero. Até o gore, marco de fabrico do cineasta, assume uma carga simbólica como nunca tínhamos visto antes.
Dessa forma e pecando apenas por ser perfectível em termos de filme de terror puro, “Diary of the Dead” é de uma coerência imparável e obriga-nos a reflectir constantemente sobre o que estamos a ver e ouvir, pondo em questão aquilo em que acreditamos e fazendo-nos assumir as nossas responsabilidades no estado actual do mundo. Paralelamente, Romero não se esquece das suas habituais cenas viscerais, onde as personagens (jovens actores desconhecidos particularmente convincentes) passam o tempo a matar desconhecidos, familiares ou até entre eles, e também de um tom francamente pessimista, que tem vindo a crescer ao longo da saga, explodindo numas imagens finais de gelar o sangue.
Contra todas as expectativas, “Diary of the Dead” é um reboot inesperado de uma das sagas mais importantes da 7ª Arte, um filme indispensável de um cineasta cada vez mais lúcido sobre as nossas sociedades e imparável no seu domínio dos códigos do cinema de género. Estreia 17 de Abril.

- “Blade Runner” de Ridley Scott:
Para acabar o mês em grande, nada melhor do que redescobrir um dos melhores filmes da história da 7ª Arte (quem disse o melhor?) numa sala de cinema. De facto, muitos nunca viram “Blade Runner” de Ridley Scott no cinema, tendo gasto anos a fio a banda magnética da sua velha cassete de vídeo. Aproveitando os 25 anos do filme, “Blade Runner” na sua versão final cut irá estrear nos cinemas nacionais, esperando-se que não seja num circuito de salas demasiado restrito.
E que dizer sobre este filme? Que se trata simplesmente de uma obra-prima absoluta do cinema e que merece ser estudado extensivamente, o que se calhar faremos neste blogue um dia destes, it’s a promise! Portanto, se vão ver um único filme no cinema este mês, já sabem qual é que devem escolher. Estreia 24 de Abril.

Para o mês de Abril é tudo, preparem-se desde já para um mês de Maio carregadíssimo. We’ll be back!

sábado, 19 de abril de 2008

"Mirrors" e "Piranha": os novos projectos de Alexandre Aja

Após as duas bombas atómicas que foram "Haute Tension" e "The Hills Have Eyes", estávamos impacientes de rever o jovem prodígio francês Alexandre Aja atrás das câmaras.
Apesar de marcar presença, com o seu comparsa de sempre Gregory Levasseur, no argumento e na produção do thriller "P2" (estreia nacional 8 de Maio) realizado por Franck Khalfoun, cujas várias reviews não foram muito entusiastas, Aja só regressará à realização com, primeiro, o thriller sobrenatual "Mirrors" (remake do sul-coreano "Into the Mirror" de Kim Sung-Ho) previsto para 15 de Agosto nos Estados Unidos e, segundo, com o monster movie "Piranha" (remake do filme homónimo de 1978, dirigido por Joe Dante e produzido por Roger Corman) que deverá estrear nos cinemas norte-americanos a 24 de Julho 2009.
No caso de "Mirrors", que conta no seu elenco com Kiefer Sutherland, Paula Patton e Amy Smart, o filme já se encontra em sala de montagem e praticamente acabado. Algumas fotografias foram reveladas na Net e espera-se ansiosamente o primeiro trailer. Segundo declarações do realizador (que poderão ler na integralidade no site Shock Till You Drop, clicando nas imagens do filme), "Mirrors" será rated R ao contrário da generalidade dos thrillers sobrenaturais produzidos pelas majors e irá certamente proporcionar uma boa dose de violência e de terror visceral mas apostando mais no ambiente e no subtexto do argumento.

O projecto seguinte será, como é evidente, completamente diferente. De facto, o remake de "Piranha" deverá permitir ao cineasta fazer um filme muito mais fun e endiabrado. Também segundo as suas declarações (clicar no poster mais acima para ler as mesmas no site Bloody-Disgusting), Alexandre Aja promete um filme ultra gore e um autêntico ride irreverente e sem limites principalmente dirigido aos geeks. Mas a maior novidade é que o filme será rodado em 3-D e, normalmente, com a mesma companhia que trabalha neste momento no "Avatar" de James Cameron, futuro monumento da ficção científica cinematográfica.
São portanto dois projectos aliciantes que nos reserva a dupla Alexanbre Aja e Gregory Levasseur, apesar de se tratar de dois remakes, mas quando se vê o resultado alcançado com "The Hills Have Eyes", também ele um remake, podemos estar bastante confiantes e impacientes.